Em meio a mais um fiasco nada surpreendente do milionário PSG, este deixou escapar mais uma classificação e a possibilidade de mostrar ao mundo que não é só o futebol moderno que existe.

O menino que tudo tem, foi as compras no “Shopping da Europa” e comprou um craque aqui, mais um ali, mais dois acolá e assim foi montando seu time com cara de “time de Master Liga”, gastou tudo que podia com os que ao dinheiro se renderam.

“Aaaahh, mas o menino Ney queria ser mais do que um companheiro de Messi, queria brilhar e bla bla bla…”

Lhufas, meus amigos! A grana veio numa carreta que capotou no colo do menino que se acha o melhor do mundo, convencido por papai Ney Sênior, foi ele em busca de seu “balão doro”.

E mais uma vez, atropelados por um Real Madrid cheio de craques também, mas que ao contrário do time de Paris, tinha a verdadeira cara de TIME, que joga com vontade e que sabe a hora de defender e a hora de atacar, que tem o tal Casemiro, um contestado meia que saiu do São Paulo com cara de novo Keirrison, mas que não sentiu o peso da camisa merengue, e comeu a bola, fez o que podia e o que ninguém esperava dele.

Mais uma vez o fiasco cotidiano de times montados com dinheiro bruto, se rende a times que por mais ricos que também sejam, levam ao pé da letra a necessidade de entrosamento como a forma prima para o sucesso.

Sem dúvidas o time de Paris poderia se tornar tão bom quanto o dinheiro investido esperava, mas eu em minha insignificante opinião de palpiteiro de boteco, duvido os que estão lá, terem paciência para gerar o calo de dois ou três anos de maturação.

E assim o menino rico que enjoou dos brinquedos, vai se desfazendo dos caríssimos craques para outras equipes que vão montando outros Frankensteins futebolísticos, com um pé de um, com a mão do outro, e esperando que essa colcha de retalhos cubra tudo que tá de fora.