Acabou a preparação!! Não tem mais eliminatórias, amistosos… agora é a Copa do Mundo da Rússia 2018!

Depois de 4 anos desde a final no Maracanã, como vão chegar as seleções, quem são as favoritas, as que correm por fora, as zebras e, finalmente, como vai chegar em expectativa a seleção mais vitoriosa do planeta?

Com tudo que aconteceu nesse período e após um estupendo amistoso no dia 23/03/2018, em que Espanha e Alemanha empataram em 1 a 1, podemos chegar à conclusão que esses são hoje os dois melhores times nacionais do mundo. A forma como essas duas escolas produzem jogadores “comuns” que dominam perfeitamente os fundamentos do esporte (passe, chute…) é surreal. Com uma forma de jogar há muito tempo definida, as duas últimas campeãs mundiais largam como favoritas a conquistar mais uma estrela no torneio mundial. Um destaque para o excelente Toni Kroos e para a que pode ser a despedida do gênio Andrés Iniesta com a camisa de La Fúria.

Argentina, França e Bélgica são as que correm por fora. Por motivos diferentes, esses três selecionáveis encontram-se nessa posição.

Argentina: Não podemos nunca duvidar do potencial dos nossos hermanos, ainda mais quando lá está o melhor jogador do globo, porém não podemos negar que o time está uma bagunça. Uma formação mal definida, jogadores como Dybala sequer convocado… tudo indica que o trabalho vai ser árduo. O treinador Jorge Sampaoli deverá fazer o simples para ter alguma chance de conquistar tricampeonato; arrumar minimamente a defesa, para que derrotas como o 6 a 1 para a Espanha não aconteça, e deixar o time jogar para que o seu melhor atleta brilhe. Um mês de Lionel Messi acima da média coloca qualquer seleção candidata ao título.

França: Uma geração excelente, porém caloura ainda. Essa é a seleção francesa. A derrota na final da Eurocopa dentro de casa para Portugal dá dimensão de como esse time precisa de “casca”. Com as esperanças nos pés de Paul Pogba e, principalmente, Antoine Griezmann, a França chega cercada de expectativas. Muitos dizem que o time é para 2022, mas por que não em 2018?

Bélgica: Quem nunca ouviu falar da “ótima geração belga”? E realmente é uma ótima geração, com os seus jogadores jogando em grandes times de grandes ligas europeias, em especial Eden Hazard e Kevin De Bruyne. A Bélgica precisa de resultados. A falta de uma camisa que entorta varal pode ser a explicação para algumas decepções, mas, com o time que possui, não seria uma zebra termos essa nova campeã do mundo.

Das zebras as que possuem mais chances de aprontar em solo russo são Portugal e Uruguai. A primeira por ter em seu elenco nada mais nada menos que a máquina de fazer gols e quebrar recordes Cristiano Ronaldo. A outra, por toda a história de ser a primeira campeã e pelo fato de ter a beira do campo o “maestro” Óscar Tabárez, acostumado a tirar o máximo de rendimento de seus jogadores.

E agora chegou a hora do escrete canarinho, a maior seleção do planeta. Qualquer torneio de futebol que conte com a presença da seleção brasileira, tem ela como uma das favoritas ao título. O que o Brasil tem nesse torneio que não teve nos dois últimos mundiais? Um treinador! Com um técnico inventado em 2010 e outro completamente ultrapassado em 2014, os resultados não poderiam ter sido diferentes (derrotas para Holanda sem fazer as 3 substituições e o vergonhoso 7 a 1). O Brasil hoje pode falar que possui um técnico. Nós não veremos, como em 2014, jornalistas falando após um treino da seleção sobre como são antiquados os métodos de treinamentos. No próximo mês de junho, quando começar o campeonato mais importante de todos, o Brasil chegará junto com Alemanha e Espanha como um dos 3 favoritos a levantar o caneco (não só pelo peso da camisa). Apesar de estar um degrau abaixo desses dois, a presença de Neymar Jr pode ser o nosso diferencial, o toque de genialidade e ousadia que nem Espanha e Alemanha possuem.

Vocês concordam? Discordam? Deixe um comentário com a sua opinião.

Agora é isso, já é Copa do Mundo, vamos pintar as ruas que o hexa vem!!!