Todos nós mudamos. Seja no modo de pensar ou na forma de nos vestir. Existem inúmeras maneiras de alterar algo em nossas vidas. Mas até onde podemos mudar? Até onde devemos ir com essas mudanças?

São perguntas difíceis de responder. E quando o assunto é futebol, as coisas se complicam ainda mais.

Um dia você acorda e tudo parece diferente. Seu clube adicionou uma nova letra ao próprio nome (mudança praticamente anacrônica) e ainda por cima desenvolveu um novo símbolo.

O esporte bretão é apaixonante. Uma gangorra de emoções espalhadas em 90 minutos. E talvez essa gangorra nos faz esquecer que o esporte também é um negócio milionário. E aqueles que comandam o negócio não poupam esforços em buscas de mais recursos (R$).

E para se juntar as perguntas difíceis que comentei acima, temos que pensar: “Como fica o torcedor nesse momento?”. Não existe uma resposta. Apenas uma reação.

O torcedor, irá se agarrar em suas memórias, nas vitórias, nas derrotas e em cada fragmento da história que formou a grandeza do Rubro Negro Paranaense.

Atlético Paranaense campeão brasileiro de 2001

No dia 19 de janeiro mais uma temporada terá inicio e o Joaquim Américo estará pronto para receber aqueles que entendem tudo aquilo que acontece dentro daquele gramado. O Joaquim Américo estará pronto para receber aqueles que enxergam muito além das cifras, aqueles que estão dispostos a brincar na gangorra de emoções que carinhosamente chamamos de futebol.
Pois o Athletico existe pela força da sua gente, pelo sangue rubro-negro que corre nas veias de cada um, pela paixão que move uma nação, e não vai ser uma letra a mais ou a menos que mudará esse amor.