O japonês ainda é uma incógnita para cada torcedor botafoguense e até mesmo pra diretoria, que num passo de grandeza e pressão da torcida, foi atrás do jogador.

Existe um paralelo claro no futebol: diretoria que pensa grande faz a torcida pensar grande e vice-versa.

O rendimento em campo precisa acompanhar, mas o pulmão do time que é arquibancada, precisa dessa massagem no ego.

Com três Copas do Mundo no currículo, o japonês tem essa missão: atrair torcedores e fortalecer a relação campo – arquibancada.

O tempo vai dizer se dará certo ou não em campo. Isso é um fato.
Fora dele é um sucesso. Renova o ânimo e leva pra arquibancada o brilho nos olhos.

Os últimos anos o time e diretoria oscilaram e as arquibancadas idem. Faltou vontade de vencer e o medo de perder jogos se tornou o padrão.

Ousar no elenco é acreditar que a vitória é o principal ingrediente do futebol e deve ser o objetivo também. O quase oba oba da torcida com o Honda tem muito da crença de que as vitórias irão se tornar o propósito do time.

Desculpe o trocadilho, mas o Honda é o nosso veículo pra dias melhores. Dentro e fora de campo.